terça-feira, 4 de março de 2014
Darkness ☯ Capítulo 1
Ramona on
Me aninhei ao braço de Gail podendo sentir seu pescoço perfumado e sua suave respiração, finalmente estávamos realizando nosso sonho, e juntos, eu, ele e Vick que à essa hora deve estar desmaiada porque não estou ouvindo ela gemer de medo nem cheiro de vômito. Se ela gosta de aviões? Imagina.
Nós três somos brasileiros e melhores amigos desde que nos entendemos por gente, fora que Vick e Gail já namoraram por um tempo mas nada que atrapalhasse nossa amizade, na verdade isso só a fortaleceu. E eu tenho certeza que um dia desses eles percebam que ainda se gostam e comece toda aquela meleca de novo.
Nosso rumo é o Canadá, vamos fazer intercâmbio por 6 meses "UHUUUL" pensei em comemoração pela 163ª vez. Nós planejamos essa viagem nossa adolescência inteira, imaginando como seríamos nós três, fora do país e sozinhos, pelo menos na nossa cabeça a palavra perfeição descreve bem essa ideia.
Tive que batalhar pra convencer a senhora Ruth Torrance mais conhecida como minha mãe para me deixar vir com esses dois loucos, mas ela confiou em mim, e tomara que eu não a decepcione, ou melhor, não vou decepcioná-la.
-Ei mona -Gail sussurrou perto do meu ouvido.
-Quê?
-Você acha que vai gostar da sua família?
-Não sei gay. Espero que sim. -o respondi.
-Ah, mas você não tá com medo de que eles sejam chatos... Ou rígidos, sei lá?
-Eles não serão chatos se você for simpático, gay. -ele soltou um ar pesado como se concordasse e voltei aos meus devaneios.
Todos ficamos com famílias que moram perto umas das outras por exigência da minha mãe já que não podemos ficar todos com a mesma família. A única coisa que eu pensava era em chegar logo no Canadá, independendo em qual família vou ficar ou se a Vick tá morta lá atrás.
[...]
Senti mãos tentarem me sacudir e pisquei em responta, coçando meus olhos. Dei um salto ao perceber que o avião estava pousado e Gail riu de mim. Não creio que finalmente estamos aqui, pus meu casaco prevendo o frio lá de fora.
-Chegamos!? CHEGAMOS! -ouvi a japa lá de trás colocando seu rosto entre minha poltrona e de Gail, seus olhos inchados e sua boca fedendo- hihihihihi -ri dela.
-Sim chegamos Vick.
-Agora vamos nos arrumar pra descer. -Gail disse.
Despreguei meu cinto e peguei minha mala de mão. Uma aeromoça ofereceu ajuda para Vick que não conseguia despregar seu cinto de tanto desespero por terra firme. Gay e eu gargalhamos da situação e podemos sair do pássaro e sentir o frio e o completamente distinto ar da cidade tão cobiçada por mim e pelos pombinhos que ficaram pra trás na minha pressa.
-Eu nem acredito que estamos aqui! -disse quando os dois se aproximaram.
-E eu não acredito que to viva! -demos um longo abraço de três.
-Essa viagem vai ser perfeita!- Gail disse e concordamos.
Pegamos nossas malas e fomos em direção a entrada do aeroporto onde provavelmente alguém da família que nos acolhera está para nos buscar. Nos sentamos para esperar mas logo a senhora Miller, a que ficou com a Vick chegou e nos despedimos.
Agora senti uma pontada de medo no meu estômago, embora eu mesma tivesse dito que é só ser simpático para relaxar Gail, estava com medo de não me dar bem com quem vou morar nesses meses, e se ele ou ela for um completo maluco que trabalha com encomendas de assassinatos? Ai meu deus Ramona, não pira.
A senhora Miller pelo menos, parecia ser legal e bem carinhosa. Me lembrou minha vó, porque tem cabelos curto e brancos, meio gordinha, e usa aqueles vestidos, típico de vovós dos filmes americanos. E ela tem uma filha mais velha que Vick também, que inclusive a troxe para conhecer a japa e buscá-la.
Logo um gordo de bigodes chegou procurando por Gail e eu fiquei plantada lá, por duas horas. Até que vejo uma mulher aparentando uns quarenta anos, de olhos bem azuis e cabelos castanhos, bem bonita vindo à mim.
Me aninhei ao braço de Gail podendo sentir seu pescoço perfumado e sua suave respiração, finalmente estávamos realizando nosso sonho, e juntos, eu, ele e Vick que à essa hora deve estar desmaiada porque não estou ouvindo ela gemer de medo nem cheiro de vômito. Se ela gosta de aviões? Imagina.
Nós três somos brasileiros e melhores amigos desde que nos entendemos por gente, fora que Vick e Gail já namoraram por um tempo mas nada que atrapalhasse nossa amizade, na verdade isso só a fortaleceu. E eu tenho certeza que um dia desses eles percebam que ainda se gostam e comece toda aquela meleca de novo.
Nosso rumo é o Canadá, vamos fazer intercâmbio por 6 meses "UHUUUL" pensei em comemoração pela 163ª vez. Nós planejamos essa viagem nossa adolescência inteira, imaginando como seríamos nós três, fora do país e sozinhos, pelo menos na nossa cabeça a palavra perfeição descreve bem essa ideia.
Tive que batalhar pra convencer a senhora Ruth Torrance mais conhecida como minha mãe para me deixar vir com esses dois loucos, mas ela confiou em mim, e tomara que eu não a decepcione, ou melhor, não vou decepcioná-la.
-Ei mona -Gail sussurrou perto do meu ouvido.
-Quê?
-Você acha que vai gostar da sua família?
-Não sei gay. Espero que sim. -o respondi.
-Ah, mas você não tá com medo de que eles sejam chatos... Ou rígidos, sei lá?
-Eles não serão chatos se você for simpático, gay. -ele soltou um ar pesado como se concordasse e voltei aos meus devaneios.
Todos ficamos com famílias que moram perto umas das outras por exigência da minha mãe já que não podemos ficar todos com a mesma família. A única coisa que eu pensava era em chegar logo no Canadá, independendo em qual família vou ficar ou se a Vick tá morta lá atrás.
[...]
Senti mãos tentarem me sacudir e pisquei em responta, coçando meus olhos. Dei um salto ao perceber que o avião estava pousado e Gail riu de mim. Não creio que finalmente estamos aqui, pus meu casaco prevendo o frio lá de fora.
-Chegamos!? CHEGAMOS! -ouvi a japa lá de trás colocando seu rosto entre minha poltrona e de Gail, seus olhos inchados e sua boca fedendo- hihihihihi -ri dela.
-Sim chegamos Vick.
-Agora vamos nos arrumar pra descer. -Gail disse.
Despreguei meu cinto e peguei minha mala de mão. Uma aeromoça ofereceu ajuda para Vick que não conseguia despregar seu cinto de tanto desespero por terra firme. Gay e eu gargalhamos da situação e podemos sair do pássaro e sentir o frio e o completamente distinto ar da cidade tão cobiçada por mim e pelos pombinhos que ficaram pra trás na minha pressa.
-Eu nem acredito que estamos aqui! -disse quando os dois se aproximaram.
-E eu não acredito que to viva! -demos um longo abraço de três.
-Essa viagem vai ser perfeita!- Gail disse e concordamos.
Pegamos nossas malas e fomos em direção a entrada do aeroporto onde provavelmente alguém da família que nos acolhera está para nos buscar. Nos sentamos para esperar mas logo a senhora Miller, a que ficou com a Vick chegou e nos despedimos.
Agora senti uma pontada de medo no meu estômago, embora eu mesma tivesse dito que é só ser simpático para relaxar Gail, estava com medo de não me dar bem com quem vou morar nesses meses, e se ele ou ela for um completo maluco que trabalha com encomendas de assassinatos? Ai meu deus Ramona, não pira.
A senhora Miller pelo menos, parecia ser legal e bem carinhosa. Me lembrou minha vó, porque tem cabelos curto e brancos, meio gordinha, e usa aqueles vestidos, típico de vovós dos filmes americanos. E ela tem uma filha mais velha que Vick também, que inclusive a troxe para conhecer a japa e buscá-la.
Logo um gordo de bigodes chegou procurando por Gail e eu fiquei plantada lá, por duas horas. Até que vejo uma mulher aparentando uns quarenta anos, de olhos bem azuis e cabelos castanhos, bem bonita vindo à mim.
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Que porra é Justin Bieber? -Justin bieber. Sejam bem-vindas ao blog de Fics do Kidrauhl, sintam-se à vontade para sonhar e se aventurarem com o garoto que muitos odeiam, mas que todos amam. Xo
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